Impressões
de Um Jornalista na ACI
Associação
Cearense de Imprensa
Por sua localização se encontrar no
centro da cidade, a vitalidade da instituição tem perdido força pela relutância
dos associados e pessoas que utilizam sua estrutura, devido à evasão de outras
instituições que ali residiam e que eram próximas a ACI, cito como exemplo a
OAB, e por que na cultura de Fortaleza o centro não é bem visto após as 18 pm
por ser uma região tida como comercial e que após esse horário se torna
perigosa.
Ela tem uma ação mais concentrada na
capital do estado cearense, reúne uma série de trabalhadores da área e virou um
clube de associados, a instituição nunca foi de se acomodar e atualmente estar
fazendo parceria com o SESC para implementar a biblioteca do trabalhador, um
espaço social em que terá uma área musical para eventos, assim como vendas de
livros dos jornalistas locais para dar apoio e divulgar de forma mais direta
seus trabalhos na loja que também estará localizada no espaço planejado.
Outro ponto importante dos inúmeros
que pude absorver pelas palavras pronunciadas pelo diretor Nilton Almeida, foi
que o 1º cineclube surgiu na ACI, e que pretendem colocar o projeto do Museu da
Imprensa do Ceará para frente, pois é super importante que saibamos nossas
raízes educacionais nesta área e dos acontecimentos envoltos nesta longa
jornada que apenas começou, pois ainda temos muito que caminhar, afinal
informação nunca deixará de existir, é uma profissão que usa inteligência 24
horas por dia e 365 dias ao ano.
Posso afirmar com total convicção que
escolhi a profissão correta, pois cada minuto que passei na ACI me fez ficar
mais estimulado a fazer o diferencial, não para posar de famoso ou ter status
de “celebridade”, mas sim para fazer a diferença no meio, ser útil a sociedade,
pode ser uma utopia inicial já que sou calouro, mas sempre aprendi ao longo da
minha vida que nunca devemos perder nossa essência e muito menos nossas
convicções, deixo claro aqui nas minhas palavras a felicidade que eu estou
tendo em poder estar inserido no meio acadêmico e pretendo o mais rápido
possível um dia estar inserido no meio profissional, exercendo tudo que aprendi
como base, pois afinal um profissional de jornalismo não é apenas aquele que
escreve pra uma redação de jornal ou sorrir para as câmeras, ele é acima de
tudo um profissional que além das teorias de comunicação também estuda
sociologia, filosofia, psicologia, história, antropologia, semiótica, gestão de
empresas de comunicação, marketing e uma infindável fonte de informações para
chegar ao esperado, que é um ser social que sabe onde estar inserido e tem
conhecimento do que acontece ao seu redor.
Autor:
Jefferson Cândido Sampaio
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